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My Oracle Lives Uptown, William Orbit - Sai em 6 de Abril 2009!  escrito em quarta 21 janeiro 2009 06:13

Ai que felicidade que se projeta-se em minh'alma!

É que o tão esperado sucessor de Hello Waveforms finalmente vai sair!
Trata-se de My Oracle Lives Uptown, até pouco tempo sendo chamado de Cellcloud, novo disco do William Orbit.

Inicilamente programado para ser um lançamento duplo com o  Waveforms, por razões ocultas vinha sendo sistematicamente adiado apesar de pronto desde 2006! Enquanto Waveforms era uma álbum com um tom bem sério, denso, e capaz deevocar sentimentos da tristeza à leveza,  este álbum será meio vocalizado, meio instrumental, mas sim, inteiramente pop/dance-orientado.

E pra provar que dessa vez é pra valer, aqui vai a capa (vi algumas fotos da arte toda, é bem interresante, tem a ver com reflexos de luzes e iluões de imagens) e o TRACKLISTING !!

 

 

1. Radioharp
2. Purdy
3. Optical Illusions
4. White Night
5. Hydrajacked
6. Nimbus
7. My Oracle Lives Uptown
8. Spotlight kid
9. Neutron Star
10. Drift So Far
11. Golden Country
12. City Lights Reflection

 

Minhas idéais, apesar de poderem ser tiros n'água: White Night é o clássico do Torch song que eu A-DORO! Versão repaginada com o riff central de guitarra substituído pelo syntheco. Estava disponível no mixer do site do william obit num trecho de aproximadamente 50 segundos (porém não a vejo lá há algum tempo).

Purdy, que também estava no mixer, era genail e promeitia muito! Eu e meus amigos fãs de Orbit tentávamos entender o que era cantado no vocal do refrão, chute por chute, soava como "vira a cara!"??? (What the heck?!)

Favor notar que a faixa Cellcloud, que até já roda nas redes p2p não está listada. Isso só pode significar que ela mudou de nome e está ali! ahahaha.

Hmm, Tão apaziguador saber que agora vai!

Bom, assim que der, vou fazer minha crítica.

Hasta.

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808's and Heartbreaks, Kanye West  escrito em sexta 12 dezembro 2008 16:04

Ok, agora você pode ter se decepcionado muito em ver um review sobre Kanye West. Admito que minha relação com artistas de rap/hip-hop nunca foi das melhores. Apesar de secretamente nutrir algum interesse em relação a percução em alguns casos e com as rimas em outros e com os elementos eletrônicos em (outros) outros ainda.

Haha.

 

Caso desse gênero que sempre me chamaram a atenção:

Gorillaz Rock Da House
Electro Cypher Une Aure Dimmension
Blowback do Tricky
Missy Elliot já me chamou a atenção
O Faithless também tem sua cota
Princess Superstar
Gonzales
Alguma coisa do Massive Attack tem a ver
Colcut às vezes
E The Streets.
Além da latência disso no Cassius e no Daft Punk.

 

A relação com o Daft Punk é que me levou ao Kanye pela primeira vez, quando em algum ponto em 2007 vi o videoclipe de "Stronger", que contem a participação dos próprios heróis-robôs. Esta música contém um uso de sample muito bom! Tao criativo quanto o que o Daft Punk costumeiramente faz.

 

Dai, dias atrás, wikipediando como sempre, vejo que o Kanye havia lançado um álbum novo que tinha 808 no nome. Bom, sabendo que ele flerta (e muito) com o eletrônico, e que 808 é um tipo de máquina de percução eletrônica muito bacana, fui procurar ouvir o álbum.

 

E tive uma surpresa deveras agradável. Neste disco, ele tenta se distanciar um pouco do gênero hip-hop e o disco parece mais um álbum pop virtuoso, que leva a experimentação com parafernalhas eletrônicas a um nível muito alto, do que mais um pimp bling bling.

 

 

 

O álbum está longe de ser uma obra-prima, ele tem sim pontos fracos, experimentações que não deram muito certo ou momentos que pecaram por excesso ou falta. Mas em geral, a sensação é de acessibilidade. qualquer um é capaz de ouvir esse álbum e se interessar por ele de alguma forma, seja você o electro-house rave goer ou o rapper vidaloka.

 

O álbum começa com "Say You Will" que abre com uma batida eletrônico em que Kanye canta mais do que faz rap. A ausência de batidas nessa me fez prestar atenção total, esperando o que ia acontecer... Quando ao final descobri que não aconteceu, pensei: Uau, diferente, gostei.

A voz do Kanye é interessante. Ele não tem a rouquidão ou o grave tão comum dos rappers norte-americano. E com a ajuda do recurso de computador auto-tune neste disco, ele consegue distorcer a voz pra ficar mais aguda em várias músicas. Mais um exemplo da tecnologia para o bem. Hehehe.

 

A segunda faixa, "Welcome to Heartbreak", apesar de mais hip-hop abusa dos sintetizadores. Muito agradável. Muito pop. Faria um sucesso tremendo pra quem não é fã do hip-hop. Mas não sei bem se o interesse comercial por trás do Kanye quer isso. Pois as escolhas para singles até então, "Love Lockdown", a quinta faixa do CD e "Heartless", a terceira, são as faixas mais parecidas com seus trabalhos anteriores, e as que ousam menos fora do território do hip hop.

 

Só que para minha alegria, na sequência vem "Paranoid" (06) e "Robocop" (07). Eu confesso que não ouvia algo que me deixasse tão maravilhado com o eletrônico desse tipo desde os 2002/3 quando TUDO tinha dedos no computador. Duas canções muito espirituosas e divertidas. Além de animadas e criativas.

As faixas 08 e 09, São lentas, e pra mim, são os pontos baixos do disco. Nada acontece e começo a devanear, pensando que vou ter que mudar de CD.

 

Logo após, "See you in my Nightmares" também é lenta ,assim como "Coldest Winter," só que novamente os sintetizadores e manipulação da voz me prenderam a atenção. Na última, a repetição dos vocais me fez pensar que a música é ótima pra quem está começando a aprender Inglês e quer praticar o listening.

 

Agora, eu me abstenho de comentar a última faixa, ao vivo, chamada "Pinocchio Story". Com o nome, você já deve imaginar do que trata a letra. E nada acrescenta ao álbum.

 

Contudo, sob minha visão de mundo, acho que este artista foi bastante feliz em querer experimentar mais e tirar o pé um pouco do chão firme comercial que ele conseguiu pra si. Issso me faz ter esperança novamente na criatividade que possa surgir no mainstream, em meio à quase cinco anos em que tudo soa mais do mesmo.

 

Vou ainda ler as críticas oficiais pra ver se sou só eu pensando assim.

 

Obrigado, Kanye West.

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Karl Bartos, Elektrik Musik – Esperanto  escrito em quarta 10 dezembro 2008 04:38

Você perambula por ai de link em link, de loja em loja, de artigo em revista à enciclopédia procurando por sons instigantes.Você já conheceu o Kraftwerk antigo e o atual, viveu a ascensão e queda da música eletrônica francesa na virada do último século, se emocionou vendo os shows pirotécnicos do Jean Michel Jarre no Youtube... O marasmo começou a dominar quando nada de interesse novo era produzido. Vinha uma promessa  de outra dupla de rapazes que seriam altamente representativos de alguma coisa. Você ouviu ansioso e se decepcionou com a falta de versatilidade. Foi a shows de bandas de gente ‘cool’ que aplicou um synth à coleção baixo-guitarra-bateria-voz porque acharam que era “vintage” ou “oldschool”.

 

Cansado de tudo e todos, um dia você lembra que os dois percussionistas da fase mais famosa do Kraftwerk saíram da banda em 1991 pra tocar suas vidas. Você tem o CD do Karl Bartos, Communication, de 2003 que é puro synthpop masterpiece. Também ouviu o Yello e achou uma tentativa fraca de dizer que “não fui apenas um baterista” e tive/tenho sim muita contribuição para a “cena musical”.

 

O Karl Bartos vem ao Brasil e faz seu show que mistura imagem e som. Você perdeu porque tinha contas pra pagar e não pôde gastar míseros R$ 120,00 pra ir a Porto Alegre assisti-lo. Após arranhar sua própria face de raiva, você tenta desafogar o nojo que sua vida se tornou, do ponto de vista musical, e vai afogar as mágoas procurando informações sobre o espaço entre a saída do Karl Bartos do Kraftwerk (1991) e o álbum Communication (2003).

 

 Entre outras coisas, vê ali um nome: Elektrik Musik (um pseudônimo) com um álbum chamado “Esperanto”, lançado em 1993.

 

O cara realmente tinha coceira mental e simplesmente teve que pedir pra sair. Na velocidade das coisas à época, jamais haveria oportunidade por em prática todo os fascinantes ritmos e batidas avant-gard techno de Esperanto.

Como na época de Kraftwerk, tudo faz um sentido absurdamente perfeito. Metade das canções contém letras cantadas em Esperanto. E temas recorrentes do Kraftwerk ressurgem, como a tecnologia na vida cotidiana e suas conseqüências.

 

 

O CD tem 8 faixas e conta com colaborações do Karl com o Andy McKluskey do Orchestral Manouvres in the Dark – que até merece ter o Best Of comentado aqui, além do colaborador antigo do Kraftwerk, Emil Schult participando da composição musical e gráfica do álbum.

 

A primeira faixa, TV, é uma clássica canção do Kraftwerk, em termos de melodia, letra e intervenções sonoras, whatever that means. A letra, por Bartos cru, sem vocoder, como em "The Telephone Call"  única música cantada por ele no Kraftwerk, é perfeita pra canção.

 

Watch the news on the screen, is it real or dream? … TV guide in a hand. Every place, every time, politics, sex and crime, I press the key and watch TV… Charlie Chaplin is on tonight, Science Fiction, history, electric church, comedy.

Ai entra a voz da locução da BBC2 e diz: Stay with us, we will be right back.

 

Vamos combinar que para 1993, isso é um ode à TV a cabo. Essa disponibilidade de encontrar milhões de opções a qualquer hora do dia e da noite aos olhos de 2008 condiz perfeitamente com a acessibilidade da internet. Hoje, a fusão entre computador e TV com a TV Digital acabou alterando o crescente desenvolvimento da TV. Mas com a coisa-toda analógica e com os computadores ainda não tão representativos nos nossos lares em 1993, a música foi, de forma muito feliz, visionária em potencial.

 

O CD ainda tem as obravas primas Lifestyle que poderia muito bem fazer parte do CD Communication de 2003 e ainda soar novinha em folha. Overdrive, que ao terminar sempre me deixa naquela do “mas, já?” Information que como lifestyle abusa de usar fonética com elemento musical e o vocoder maravilhoso canta aqui. O mesmíssimo usado no Communication e nos shows. Tem Kissing the Machine que me faz lembrar Deeper Understanding da Kate Bush sobre uma relação afetiva com um computador. Esperanto é oura canção que remete às melodias kraftwerkianas tanto quanto Crosstalk.

 

Para quem gosta de um bom e velho techno pop, acessível e despretensioso. Não tem erro. Agora é tentar aprender qualquer coisa em Esperanto pra decifrar o que está sendo cantado nas músicas... Talvez o fórum do site do Karl ajude. Joga no Google. Fui.

 

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Laurie Mayer: Black Lining  escrito em sábado 29 março 2008 02:46

Esta é um experiência de fluxo de indéia regada à laurie mayer

 

Certo, é mias um reles semana de uma reles vida de um reles suburbio. Até aqui nada de novo mesmo. Para mudar isso, propus uma experiência: Meter um disco no toca-jogos e ver no que dá. Estou ouvindo ao BLACK LINING da LAURIE MAYER (de 2006) mixado pelo grande amigo e gênio (cof cof) William Wainwright Bubbles Orbit Master Chief.

 

Who the hell is.. ?

 

Ela é: Artista Plástica, Cineasta e Música (a maior parte do que fez nesse sentido foi com o grandão dos Strange Cargos)

 

Não vi, nao li, nao sei.

 

Só ouço.

 

 

Black Lining tem 10 faixas e uma capa bonita. Mas nao para por ai.

 

Comecei agora em Flung seguda de Low Floating territory. É tudo bem etéreo, bem atmosferico. Preenche o ouvido. É esparço e tudo tem seu lugar. Lembra muito, muito mesmo a fase Hinterland – Mer Girl do Gran Jefe. Se eu relament me esforçar pra criar uma paisagem emntal dos sons, eu penso num desterto de areia dum planeta distante à la star wars com máquinas high-techs querendo levantar-se do chão. Mas tudo muito pequenamente, muito singelamente. Opa, senti desprentenção aqui. Low Floating Territory de fato, merece bottoms up e mais ouvidas.

 

Enquanto isso, joguei Theomorph – o nome da gravadora – naquele buscador famoso agora. O máximo que consegui de concreto: Theomorph Records é uma gravadora criadapara lançar Back Linning de Laurie Mayer e é, provavelmente, dela mesma. Lembrei-me de também ter visto Theomorph como label do –mais que esperado já doendo de sofrer por antecipação – Cellcloud do Mr. Orbit.

 

A faixa atual é Breath, you theomorph. Theomorph quer dizer forma de deus. Aqui aparece a voz sempre bacana da Laurie (que a gente já ouviu na Bubble Universe no Hello Waveforms e em várias coisas do Torch Song). Ela faz um gracejo leve monotonico e repetitivo acompanhada em meticulosa precisão sintética. A derradeira nota é que ela vai e pára over and over...

 

Agora dá licensa que essa é a minha música. BLACK LINING. Olha, deve ser a 10 vez q ouço essa música, mas a cada vez ela me penetra mais e desperta uma emoção daquelas bem humanas. Em especial quando entra o som tubular após a introdução. Assim como o resto do álbum, ela é bem silenciosa, cheio de espaços vazios... com a letrinha a começar por “I can’t believe this dream...” Sabe que a versão do disco já me é até melhor que a já ótima versão single edit feita pelo Orbit.

 

Oh-oh! Agora pintou uma clima de calamidade em abiente controlado. Chama-se Thundercloud. Parece que a chuva chegou naquele filme do George Lucas do final da década de 70. Gostei dos sons dos lagartos correndo. E da reperesentção da chuva por uma melodia em piano.

 

Pra constar, a modernindade impõe nossa multifuncionalidade. Escrevo dois posts ao mesmo tempo. O outro é sobre minha proto-idéia de curta-metragem.

 

A próxima música é Jagged Rain. É um single do disco. Identica a um sample que havia no  WilliamOrbit.com.  Pior que daqueles samples simpáticos! Música estruturada mais normalmente, boita, sim, dinga de single. Fez bonito. Amamos.

 

Chegou Never Will I Leave You. Um hauting spirit falando algo que parece reverse…Esse ululante fragmento de dial telefônico lembra Amacher, que está no outro artigo... Porque desse título? Pra quem é essa música Essa pessoa deve ser alguém trsite. Ou al´guem para quem se paga um tributo mas que nao er das mais sociávies... não no sentido de “universo proprio”, mas sim no sentido de “implico com mesquinharia” tipo o que eu faço...

 

Leviticus. Ah eu me esforcei pra lembrar que já tinha ouvido. Certo, pra tentar remeter à sensação que esta traz, vamos todos à um exercício conjunto: Abram seu soulseek e peguem  XERXES de Handel (a versão do Pieces in a Modern Style do William Orbit). Agora ouça-a. Agora note que ela vem em dois momentos, uma mais majestoso e grandioso que o anterior. Leviticus fa zo memso, mas nao só em duas partes. O faz em algo como 12 camadas progressivas, que vao enaltecendo a sensação a cada virada... Digno de lágrima de canto de olho.... Muito bonita mesmo, a mais bonita do disco, indubitavelmente.

 

Low Folating Variation é a mais longa, 8:17.  Ela veio e foi pro mesmo lugar e eu nem mesmo bem sei onde é.... Ela é a mais quieta.. a menos intricada, a mais simplória.. nao sei se genial. Hm, será crítica negativa? Ou será daquelas que nos formçamos a entender e gostar?

 

Para fechar, Flung Variation, a mais curta: 2:26. Sim, apenas uma variação de Flung, funcionando no mesmo estilo de Funk ad para Da Funk no Homework do Daft Punk. Fecha bem o álbum. Gostei da paz que trouxe, ouvriria tudo denovo agora se nao tivesse q fazer mais coisas... Hm, Laurie.. meu recado: We like you. Lots of hearts. Toque teclado denovo pro William. E faça mais discos.

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INLAND EMPIRE – um filme por David Lynch  escrito em sábado 15 março 2008 02:48

 Já conhece o David Lynch?

Se sim, deves concordar que ele não é um destes diretores a liga “ame-os ou deixe-os”.

É fato que eu nao conheça ninguém que diga que não o suporte. Parece que todo mundo já viu algum filme dele. Seja o  Veludo Azul, seja Cidade dos Sonhos, seja o tele-seriado Twin Peaks, seja o Duna, seja Eraserhead ou ainda Rabbits.

Se éres dos moradores de caverna que ainda nao o conhece, aqui vai uma sugestão: Dessa já dessa árvore, rapaz!

 

 

Caverna? Árvore? Qual a relação? Bem, é que isso talvez já vá te deixando ambientado para ver um filme Lynchano.

Lembro-me que uma vez, tetando me divertir na internet fiquei lendo a descilopédia... A versão em inglês traz uma seção sobre este diretor e uma lista de “como fazer um filme à la David Lynch”. Tudo no tom jocoso, tudo na arruaça.

Mas fazendo um sentido desgraçado:

 

[if !supportLists]-->1.         [endif]-->Pense na coisa mais absurda de todas. (INLAND EMPIRE – em maísuclas – contém uma cena com um macaco, uma moça com uma perna de pau e um ponta de atriz famosa)

[if !supportLists]-->2.         [endif]-->Fume crack e escreva suas idéais (Haha, só porque foge do tradicional)

[if !supportLists]-->3.         [endif]-->Misture as cenas num contínuo nao-linear de tempo, considere até sobrepor a cena final do filme com a inicial (Isso acontece muito)

[if !supportLists]-->4.         [endif]-->Grave tudo que você faz num dia,  tipo: “Sao 10:30 e estou descascando uma laranja”. Depois use o áudio no filme, ao contrário e com efeitos demoníacos, num volume quase inaudível, junto dos diálogos do filme. (Oh meu deus! É isso!)

[if !supportLists]-->5.         [endif]-->Encontre a pessoa mais bizarra que puder e a faça atuar como a pessoa mais bizarra que você encontrou.  Por razões óbivas,um personagem destes nao pode ter nome.

[if !supportLists]-->6.         [endif]-->Depois do filme lançado acuse qualquer um que o critique de “incapaz de compreender o filme” ou “mente-fechada” ou “volte a assitir ao Disney Channel, este filme é para gente interessante e profunda”.

 

Inland Empire conta com a Laura Dern (a loira do jurassic Park), Jeremy Irons(do Madame Butterfly), Justin Theroux (do Mulholland Drive), além da Laura Harring e a Naomi Watts (do Mulholland Drive, como coelhos).

 

Não posso descrever linearmente o filme, apenas posso dizer-te que trata-se de um atriz que está em perigo após conseguir o papel de sua carreira, numa refilmagem de um filme amaldiçoado.

 

Dois polegares para cima, David Lynch, faça mais filmes.

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